Vale a pena investir em seguro de pessoas?

A busca por um seguro de vida tem aumentado nos últimos anos entre os brasileiros. Dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), mostraram, que em 2018, a contratação chegou a R$ 38 bilhões, representando alta de 10%.

Esse crescimento demonstra, que os brasileiros estão se preocupando mais em como será o futuro financeiro pessoal e também o da família caso o familiar responsável pela principal fonte de renda tenha algum problema de saúde, que resulte em invalidez temporária ou permanente ou até mesmo morte.

Essa preocupação é fundamentada na insegurança econômica que o país passa todos os anos, com altas e baixas constantes, e a necessidade e escolha crescente de muitos ao se tornarem trabalhadores autônomos, que dependem integralmente do próprio trabalho para se manterem financeiramente.

Mesmo com um aumento na procura, ainda existem muito poucos brasileiros segurados com essa modalidade. Uma pesquisa feita pelo Ibope apontou que somente 15% contrataram um seguro de vida.

Esse percentual é resultado de um pensamento errado e a total falta de conhecimento sobre seguro de pessoas por parte dos brasileiros, que não sabem as reais vantagens em contratar algo que irá proteger o que mais importa em momentos que não se espera.

Para saber mais sobre como um seguro de vida pode valer muito a pena, continue lendo. A princípio, é preciso entender como o segurado, familiares e beneficiários podem usufruir dos benefícios do seguro e o quanto compensa ter um seguro de vida:

 

Coberturas de um seguro de vida

A primeira coisa que se pensa quando se fala em seguro de vida é que ele só é válido em caso de morte natural ou acidental. A verdade é que essa é a cobertura mais básica, que garante indenização do valor do seguro contratado aos beneficiários indicados em apólice, caso o segurado venha a falecer.

Dentro desse tipo de cobertura estão garantidos o reembolso dos custos com o funeral ou a seguradora se responsabiliza em arcar com os gastos até o valor estipulado. Caso esse valor seja maior, a família fica responsável.

No entanto, existem outras situações, ou sinistros, em que o seguro de vida pode ser bastante útil, até mesmo para o próprio segurado, ainda em vida, que também pode contratar um seguro mesmo que não tenha dependentes financeiros.

As demais coberturas dentro do seguro de vida são:

 

– Invalidez Permanente total ou parcial por acidente

Claro que ninguém faz um seguro de vida pensando em quando irá sofrer um acidente que o deixará impossibilitado de trabalhar, mas ter um caso isso aconteça faz toda a diferença.

Por meio do valor estipulado em contrato, o segurado pode se manter financeiramente por determinado período. Se contratadas, estão cobertas também as despesas médicas, hospitalares e odontológicas e as diárias por incapacidade temporária e internação hospitalar.

 

– Invalidez laborativa e funcional permanente total por doença

Esse tipo de cobertura é válido se o segurado tiver uma enfermidade ou algum problema que o impeça de trabalhar. Investir em um seguro que auxilie com as despesas com assistência em ambos os casos, entre outros gastos, é de grande valia.

A indenização começa a ser paga após ser constatado a invalidez, levando à chamada perda da existência independente, afirmando que o segurado não poderá definitivamente se recuperar ou se reabilitar. O pagamento é feito conforme cláusulas acordadas em apólice entre segurado e seguradora.

Tendo uma base das coberturas, o próximo a se avaliar é o quanto se gasta para ter um seguro de vida.

 

Relação custo-benefício

O valor de um seguro depende muito de quem está contratando, idade, sexo, profissão, estado de saúde. Uma sugestão dos corretores é firmar um contrato ainda jovem, isso porque quanto mais velho o segurado for, mais encarece o total do prêmio, ou seja, a prestação que deve ser paga.

Mesmo com tantas vantagens, muitos acabam não fazendo achando que vão precisar pagar caro. A verdade é que o valor é muito mais acessível do que se pensa. Por exemplo, um seguro de vida simples individual custa a partir de R$ 40,00 por mês. Alguns são cobrados por ano e também ficam bem em conta.

Avaliando a relação custo-benefício, ter um seguro de vida é realmente bem vantajoso e compensador.

 

Outras vantagens

Existem outras facilidades relacionadas a esse tipo de seguro que fazem o investimento nele valer a pena. São pequenas, mas importantes vantagens que fazem a diferença.

Por ser uma indenização essencial ao segurado e aos beneficiários, o processo de recebimento acontece de forma simples e rápida. Para tornar ainda mais ágil, é preciso que todos os documentos solicitados pela seguradora sejam entregues logo. Da mesma forma, ao firmar o contrato, o segurado deve ter respondido todas as informações corretamente. Fraudes no seguro, além de dificultarem a indenização, ainda são puníveis por lei.

O seguro de vida não passa por inventário, como a herança, e é livre de imposto de renda e do pagamento do ITCDM, Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação.

 

Como fazer o seguro de vida valer a pena

Para ter a certeza de contratar um seguro que vale mesmo a pena, é imprescindível fazer isso com uma empresa de seguros idônea, que garanta a autenticidade do contrato.

Quem melhor para auxiliar na escolha da seguradora que irá cuidar do seu maior bem, sua vida, e do futuro de sua família, é um corretor de seguros, que entende e sabe responder todas as dúvidas, indicando o seguro ideal.

Antes de fazer um seguro, fale com um corretor da Ransom Corretora de Seguros.

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